25/08/11

Busca por aplicações em ouro no BB dispara no mês de agosto

Busca por aplicações em ouro no BB dispara no mês de agosto




O Banco do Brasil registrou expressivo volume de operações lastreadas em ouro durante o mês de agosto, quando a procura por investimentos no metal cresceu duas vezes mais em relação aos setes primeiros meses do ano. Até o início desta semana, o volume de negócios ficou em 4.600 gramas, bem acima da média mensal registrada ao longo do ano.  Até agora, o mercado do ouro acumula rentabilidade anual de 18,29%. Boa parte dessa valorização, 10,23% foi gerada somente no mês de agosto – posição da última segunda-feira, 22.

O movimento acompanha os temores que tomam conta dos investidores com os rumos da recuperação da economia global e, por isso, o metal tem se transformado em porto seguro para investidores que não querem perder dinheiro. No Banco do Brasil, o ouro pode ser comercializado em duas modalidades: lingotes e escritural. O ouro lingote é a modalidade de comercialização em barras de ouro de 250 gramas, padrão de negociação da BM&FBovespa.
 
Já o ouro escritural é a modalidade criada pelo BB destinada especialmente a correntistas interessados no investimento em ouro em quantidades múltiplas de 25g, ou um décimo do volume mínimo de negociação exigido pela BM&FBovespa, o que permite aos investidores diversificar seus investimentos sem que seja necessário alocar recursos no padrão de negociação de 250g.

O investimento em ouro escritural possibilita o acesso ao mercado de ouro para quem deseja alocar valores menores nesse tipo de aplicação. Por exemplo: no dia 17 de agosto o grama do ouro fechou cotado na BM&F Bovespa a R$ 90,50.  Assim, para um investidor comprar uma barra de ouro (lingote) deveria realizar investimentos na ordem de R$ 22,6 mil. Na modalidade escritural, em contrapartida, bastariam R$ 2.260 para que um investidor diversificasse suas aplicações nesse momento de incertezas nos mercados. 
 

Para realizar a negociação em ouro em quaisquer das modalidades disponíveis, é necessário ser cliente do Banco. As operações podem ser realizadas em qualquer agência do país. O BB garante a recompra do ouro vendido aos seus clientes com liquidez diária: a liquidação da operação de venda acontece no mesmo dia, ou em d + 0 no jargão bancário – um diferencial do Banco do Brasil em relação à concorrência. Para tanto, basta que o ouro adquirido pelo cliente esteja custodiado no Banco.  


Para se comercializar o ouro na Bolsa, é necessário contratar uma corretora credenciada para intermediar a operação, pois a Bolsa não acata ordens diretamente dos investidores, com liquidação somente em D+1.

 
Para quem deseja guardar o metal, o Banco do Brasil oferece ainda aos seus clientes a custódia, serviço de guarda e proteção do ouro.  Além da segurança oferecida aos investidores, a custódia é a forma mais barata de manter um investimento em ouro.  Atualmente, o custo pelo serviço é de 0,10% para a modalidade lingote e de 0,07%, para o ouro escritural, percentuais cobrados mensalmente sobre o valor custodiado.

 
O investimento em ouro não conta com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Vale o alerta de que os resultados obtidos no passado não asseguram resultados futuros e que não há garantias de valorização do ativo em tempo algum. Investimento de risco, que pode trazer perdas para o investidor, o desempenho da aplicação em ouro depende de fatores macroeconômicos e demanda de mercado.

 



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