Sustentabilidade
acesse sua Conta
 
icone testeira - Acesso à Informação Bandeira Idioma Inglês
Outros Sites
Sustentabilidade
Home Sustentabilidade 
Pactos
 Pactos1F


As ações de responsabilidades socioambiental do Banco do Brasil são inspiradas e estimuladas pelos seguintes compromissos assumidos junto a entidades setoriais e a organismos de fomento ao movimento de responsabilidade socioambiental em nível nacional e internacional:



Agenda 21 Empresarial - A Agenda Socioambiental do BB


Em junho de 2004, o Banco do Brasil assumiu publicamente junto ao Ministério do Meio Ambiente o compromisso com ações voltadas ao desenvolvimento sustentável de seus negócios. Trata-se da Agenda 21 Empresarial do BB, plano de ação em responsabilidade socioambiental que conta com iniciativas de todas as áreas do banco em prol do desenvolvimento sustentável do País. Na ocasião, o BB também assinou Protocolo com o Ministério do Meio Ambiente para disseminar a Agenda 21 nos projetos de Desenvolvimento Regional Sustentável. Saiba mais.

Programa Brasileiro GHG Protocol

Em maio de 2008, foi lançado o  Programa   Brasileiro  "GHG Protocol" com o objetivo de incrementar  a  capacidade técnica e institucional de empresas no gerenciamento  de  suas  emissões de gases de efeito estufa, através da disseminação  da  metodologia "GHG Protocol" para cálculo e reporte.

O "GHG  Protocol" é uma das principais ferramentas para a  identificação e cálculo de emissões de  gases  de  efeito  estufa  e  suporte  para  o gerenciamento das mesmas, sendo  utilizado  pelas  maiores  empresas  do mundo.

Atento  aos  novos  riscos  e  oportunidades  relacionados  às  mudanças climáticas  o   Banco  do Brasil  apoiou a  iniciativa   brasileira  como  membro-fundador, comprometendo-se a realizar o inventário de suas emissões  a  partir  da metodologia  que  está  sendo  adaptada  à  realidade   brasileira.  Sua utilização   apoiará   a   adoção  de  políticas   e desenvolvimento  de estratégias baseadas em um  conhecimento  consistente  das  emissões  de gases de  efeito  estufa  decorrentes  de  suas  atividades  e  de  suas oportunidades de redução.

Acesse o Inventário de Emissões 2009 do Banco do Brasil.

Saiba mais sobre o GHG Protocol
Pacto Global


No Fórum Econômico Mundial, em Davos, em 31 de janeiro de 1999, o Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, desafiou os líderes empresariais mundiais a apoiar e adotar o Pacto Global, tanto em suas práticas corporativas individuais, quanto no apoio a políticas públicas apropriadas.

O Pacto Global é uma iniciativa que tem como objetivo mobilizar a comunidade empresarial internacional para a promoção de valores fundamentais nas áreas de direitos humanos, trabaljho, meio ambiente e combate à corrupção. Foi criado para ajudar as organizações a redefinirem suas estratégias e ações, a fim de que todas as pessoas possam compartilhar dos benefícios da globalização, evitando que esses sejam aproveitados por poucos. O Conselho de Administração autorizou a adesão do BB ao Pacto Global em novembro de 2003. Saiba mais.


Princípios do Equador




Os Princípios do Equador são um conjunto de políticas e diretrizes (salvaguardas) a serem observadas na análise de projetos de investimento de valor igual ou superior a US$ 10 milhões. Tendo por base critérios estabelecidos pelo International Finance Corporation, braço do Banco Mundial, as salvaguardas versam sobre avaliações ambientais; proteção a habitats naturais; gerenciamento de pragas; segurança de barragens; populações indígenas; reassentamento involuntário de populações; propriedade cultural; trabalho infantil, forçado ou escravo; projetos em águas internacionais e saúde e segurança no trabalho.

O Banco do Brasil, em fevereiro de 2005, foi o primeiro banco oficial a integrar o grupo de instituições financeiras brasileiras que aderiu aos Princípios do Equador. Saiba mais


Pacto pelo Combate ao Trabalho Escravo


O Banco do Brasil, juntamente com outras 54 empresas, aderiu ao Pacto pelo Combate ao Trabalho Escravo proposto pelo Instituto Ethos. Pelo pacto, os signatários acordam em incrementar esforços visando dignificar e modernizar as relações de trabalho nas cadeias produtivas dos setores comprometidos no “Cadastro de empregadores Portaria MTE 540/2004” que tenham mantido trabalhadores em condições análogas à escravidão.

O Banco do Brasil não concede novos créditos, enquanto houver restrição, a clientes incluídos em relação de empregadores e proprietários rurais que submetem seus trabalhadores a formas degradantes de trabalho ou os mantenham em condições análogas ao trabalho escravo divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego.


Selo “Empresa Amiga da Criança”




O Banco do Brasil mantém, desde 2004, o selo "Empresa Amiga da Criança", da Fundação Abrinq, consagrada internacionalmente pelo combate ao trabalho infantil e ações de apoio às crianças brasileiras. Para fazer jus ao selo, as empresas devem se comprometer a desenvolver iniciativas voltadas para a defesa dos direitos e da qualidade de vida das crianças e adolescentes. Saiba mais.


Relatório de Informações sobre Emissão de Carbono




Em março de 2005, Banco do Brasil, Brasilprev e Previ, juntamente com os principais investidores institucionais em nível mundial, manifestaram formalmente apoio ao pedido de abertura de informações sobre a emissão de gases de efeito estufa, enviado as 500 maiores empresas do mundo. O pedido de informações é resultado de projeto administrado pela Rockefeller Philanthropy Advisers, com recursos provenientes principalmente do Fundo de Carbono do Governo da Grã-Bretanha.

A partir de 2006, com o lançamento da versão nacional, o BB, além de apoiador da iniciativa também passou a ser respondente do questionário. Além de coerente com a postura de responsabilidade socioambiental do Banco do Brasil, que prevê ponderações acerca dos impactos sociais e ambientais das práticas administrativas e negociais - considerados aí os investimentos realizados - o apoio à iniciativa vem ao encontro dos interesses negociais do Banco. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, no Brasil, o aquecimento provocado pelo efeito estufa pode trazer como impacto a alteração do regime de chuvas e da temperatura, com conseqüências diretas sobre a agricultura e a biodiversidade.

As respostas ao pedido de informações estão disponíveis para consulta pública, sem qualquer ônus no www.cdproject.net.



Código de Governança Corporativa

Em novembro de 2007, alinhado com as melhores práticas de mercado, o Banco do Brasil divulgou seu Código de Governança Corporativa, documento que apresenta uma visão panorâmica e de consulta simplificada sobre princípios e práticas da empresa, contribuindo para fortalecer a transparência de sua gestão, aumentar seu valor institucional e facilitar o acesso ao seu capital por parte de investidores, além de concorrer para sua perenidade.

As disposições contidas no Código foram extraídas de documentos e de deliberações que regulam o comportamento na Empresa. No Novo Mercado da Bovespa desde  2006,  o  BB  reafirma,  por  meio  da iniciativa, seu compromisso  com  as  melhores  práticas  de  governança corporativa e demonstra a preocupação da Empresa com a transparência,  a prestação de contas, a eqüidade e a responsabilidade social corporativa.

O conteúdo do Código de Governança Corporativa do BB está disponível no Site de Relações com Investidores.


Caring for Climate

Adotado pelo BB a partir de setembro de 2009, trata-se de uma plataforma adicional de compromissos do Pacto Global, lançada em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, para participantes que queiram avançar em soluções sobre mudanças climáticas. Ao adotar o “Cuidado com o Clima” (Caring for Climate) as Instituições se comprometem a:

  • Desenvolver ações práticas para melhoria da eficiência energética e para a redução das emissões de carbono em seus produtos, serviços e processos, com definição de metas voluntárias e divulgação anual dos  avanços, mediante comunicação pública.
  • Identificar e entender as implicações das mudanças climáticas no negócio da empresa e definir uma estratégia coerente minimizando riscos e identificando oportunidades;
  • Provocar ações para engajar o governo e a sociedade no  desenvolvimento  de políticas para uma economia de baixo carbono;
  • Trabalhar em conjunto com empresas, em nível nacional e setorial, ao longo da  sua cadeia de valor,  para o estabelecimento de normas e adoção de  iniciativas conjuntas voltadas para a redução de riscos e aproveitamento das oportunidades relacionadas às mudanças climáticas.



Empresas pelo Clima

A Plataforma EPC tem por objetivo a construção de um novo modelo econômico para o País baseado no equilíbrio climático. Um total de 25 empresas integra essa iniciativa, coordenada pela Fundação Getúlio Vargas. Enquanto membro da plataforma, desde o seu lançamento em 08/10/2009, o BB participa ativamente dos debates e posicionamentos com o objetivo de orientar o processo de adaptação da economia brasileira às mudanças climáticas.

No âmbito da EPC são tratadas, entre outras, questões ligadas ao marco regulatório, à gestão das emissões de gases do efeito de estufa (GEE) e às práticas empresariais próprias de uma economia de baixo carbono. A plataforma prevê a realização de mesas redondas temáticas envolvendo os setores mais poluentes, como: agronegócio, energia, florestas, indústria, serviços e transportes.

Além disso, as “Empresas pelo Clima” assumem o compromisso de publicar seus inventários de GEE de acordo com a metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol. O Protocolo é uma ferramenta confiável, adotada por empresas e governos de todo o mundo para medição de emissões de gases indutores do aquecimento global. Ser uma EPC significa também desenvolver soluções tecnológicas para medição e redução das fontes de efeito de estufa.


Fórum Amazônia Sustentável

Em 28.11.08, por meio da aprovação da Nota Técnica Vipes 2008/2357, o Banco do Brasil aderiu ao Fórum Amazônia Sustentável, grupo composto por diversas entidades governamentais, empresariais e não-governamentais que discute os caminhos para o desenvolvimento sustentável no bioma Amazônia.


Pró-Equidade de Gênero

O Banco pactuou, em outubro de 2007, a adesão à segunda edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, coordenado pela Secretaria Especial de Políticas para Mulheres (SPM), da Presidência da República. O objetivo é desenvolver novas concepções na gestão de pessoas e cultura organizacional para alcançar a equidade de gênero no mundo do trabalho. As empresas participantes concorrem ao Selo Pró-Eqüidade, se atingirem os objetivos do Programa e as metas traçadas em seus planos de ação.

Em março de 2009, o Banco do Brasil foi uma das 23 empresas brasileiras a receber o selo Pró Equidade de Gênero.

Uma  das ações do BB, destacadas pela SPM (no âmbito do Programa Pró-Equidade de  Gênero do BB) foi a concessão da licença-maternidade de 6 meses, aprovada em março de 2009.   

Como forma de oferecer as mesmas oportunidades para homens e mulheres, assim como eliminar qualquer tipo de discriminação, o Banco tem propostas que englobam Processos de Capacitação e Treinamento, Ascensão Profissional e Planos de Cargos e Carreira, Programas de Saúde e Segurança, Salário e Remuneração, Políticas de Benefícios, Mecanismos de Combate às Práticas de Discriminação e de Sensibilização na Cadeia de Relacionamento.

O Banco do Brasil apoia a campanha nacional "Homens unidos pelo fim da violência contra as Mulheres". A iniciativa é uma resposta do Estado brasileiro à convocação do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que lançou, em fevereiro de 2009, a campanha mundial "Unite to End Violence Against Women".




Protocolo Verde


O Protocolo Verde é uma carta de princípios para o desenvolvimento sustentável firmada por bancos oficiais em 1995 (Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, BNDES, Caixa Econômica Federal e Banco Central do Brasil) na qual se propõem a empreender políticas e práticas que estejam sempre e cada vez em harmonia com o objetivo de promover um desenvolvimento que não comprometa as necessidades das gerações futuras.

Em maio de 2008, a  partir  de  discussões  sobre  os  impactos  do desmatamento na  Amazônia  envolvendo  órgãos  governamentais  e  bancos públicos federais, foi  constituído  grupo  de  trabalho  informal  para avaliação e revisão do Protocolo Verde.  O  grupo  foi  constituído  por representantes do Ministério do Meio Ambiente, Ministério da  Integração Nacional, Ministério da Fazenda,  Banco  do  Nordeste  do  Brasil, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, Banco da Amazônia, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.


O resultado deste esforço foi a proposição de nova redação que defende que os bancos  podem  cumprir  um  papel  indutor fundamental na busca de um desenvolvimento sustentável  que  pressuponha a responsabilidade com a preservação ambiental e uma  contínua  melhoria no bem estar social. Para tanto, são previstos princípios  que  envolvem o compromisso dos bancos com: o fomento ao desenvolvimento  sustentável; a avaliação socioambiental dos empreendimentos  a  serem  financiados; a ecoeficiência das práticas administrativas; a evolução das  políticas  e práticas voltadas à sustentabilidade;  e  a  previsão  de  mecanismos de monitoramento e governança dos compromissos assumidos pelos signatários.


Em agosto de 2008, durante   solenidade   conduzida   pelo Presidente Lula na sede  do  BNDES, no Rio de Janeiro, os presidentes dos bancos oficiais aderiram ao novo Protocolo Verde. 
Conheça o documento.

 
 pxl0porbb004_www-80-35
© Banco do Brasil
Central de Atendimento BB - 4004 0001 / 0800 729 0001 SAC BB - 0800 729 0722 Ouvidoria - 0800 729 5678 Deficientes auditivos/fala - 0800 729 0088 Segurança
 

Carregando ...