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 Trimestres anteriores:

Análise do Desempenho 2T09


9.1 Relações com Funcionários

Este bloco reúne as principais ações voltadas para a sustentabilidade do negócio, no que tange aos investimentos em pessoas realizados pelo Banco do Brasil.

Características do Quadro de Pessoal

O Banco do Brasil investe na criação e fortalecimento de vínculos com seus colaboradores, de forma que seus profissionais se sintam encorajados a construir carreira na instituição. As pessoas que ingressam tendem a passar grande parte de sua vida profissional no Banco, o que colabora para a baixa rotatividade e faz com a estratificação do quadro de pessoal por idade e tempo na empresa evolua de forma relativamente linear, sem oscilações abruptas.

Assim como nos trimestres anteriores, não houve grandes oscilações na classificação do quadro de pessoal por idade. As faixas que compreendem os funcionários com idade “acima de 45 anos”, e “de 26 a 35 anos”, seguem aumentando sua participação relativa, em detrimento das demais.





Figura 69. Composição do Quadro de Funcionários por Idade

A estratificação por tempo de Banco também se manteve relativamente estável no período. Os funcionários com até 5 anos de trabalho na instituição seguem representando 42% do total, e a faixa que compreende os funcionários com mais de 25 anos de casa mantém o ritmo de crescimento, tendo aumentado sua participação relativa de 12% no 2T08 para 16% nos dois últimos trimestres.





Figura 70. Composição do Quadro de Funcionários por Tempo de Banco

Educação e Desenvolvimento Profissional

O Banco do Brasil desenvolve inúmeras ações de educação e desenvolvimento profissionais. Entre essas ações incluem-se cursos presenciais, o estabelecimento de parcerias para disponibilizar soluções de educação à distância e a concessão de bolsas de estudos (acadêmicos e de idiomas), além do estímulo aos estudos por meio do sistema de encarreiramento interno.

A tabela abaixo apresenta a evolução da concessão de bolsas e estabelece indicadores que relacionam as bolsas com a quantidade de funcionários. O decréscimo apresentado no total de bolsas de graduação, pós graduação, MBA, Mestrado e Doutorado, em comparação com o mesmo período do ano anterior, explica-se porque, entre 2006 e 2007 foram formadas as primeiras turmas do MBA à distância, com ampla adesão dos funcionários, o que aumentou de forma significativa a base de comparação. O Banco está reavaliando o programa antes de iniciar novas turmas.

Na comparação anual destaca-se o crescimento das bolsas de idiomas concedidas, resultado principalmente da abertura de um programa de ensino de línguas estrangeiras à distância, que ao final do 2T09 beneficiava 3.872 funcionários.

Tabela 126. Evolução da quantidade de bolsas de estudos concedidas





Tendo em vista a recém incorporação dos Bancos do Estado de Santa Catarina e do Estado do Piauí, houve um súbito incremento na quantidade total de funcionários, os quais estão considerados na tabela acima. Desta forma, o percentual de bolsas concedidas aos funcionários sofreu uma pequena variação negativa, uma vez que os funcionários destes bancos ainda estão se envolvendo com os processos internos para concessão de bolsas.

Em decorrência dos investimentos e estímulos à formação, a quantidade de funcionários com curso de graduação, especialização, mestrado ou doutorado mantém a tendência de aumento apresentada nos trimestres anteriores. Ao mesmo tempo, reduz-se gradualmente o percentual de funcionários que possui apenas ensino médio ou fundamental.





Figura 71. Composição do Quadro de Funcionários por Nível Educacional

Além da formação acadêmica dos funcionários, o Banco do Brasil investe em outras modalidades de treinamento, disponibilizando cursos presenciais e não presenciais aos colaboradores. Parte significativa destes cursos é desenvolvida pela Universidade Corporativa Banco do Brasil, que foca os conhecimentos e competências que os funcionários precisam para exercer suas funções no Banco. Também são disponibilizados cursos para formação pessoal, para conscientização socioambiental e incentivo ao voluntariado, entre outras áreas temáticas consideradas relevantes para a formação pessoal e profissional dos colaboradores.

A quantidade de horas de treinamento apresenta crescimento significativo, tanto em termos absolutos quanto no indicador que pondera a quantidade de horas por funcionário. No período de 12 meses encerrado em junho de 2009 a média de horas de treinamento por funcionários foi de 142,2, o que representa uma redução de 4,1% comparado ao trimestre anterior, mas um aumento de 8,8% em relação ao trimestre do ano anterior.

Tabela 127. Treinamento de Funcionários – Fluxo 12 meses





Destaque também para a obtenção da Certificação Legal em Investimentos Financeiros. O Banco do Brasil é a instituição que possui a maior quantidade de funcionários certificados pela Anbid/Andima. O percentual de funcionários certificados chegou a 51,0% ao final do 2T09, ante 50,3% no trimestre anterior e 44,3% em igual período de 2008.

Geração de Valor aos Funcionários

As Despesas de Pessoal, em suas diversas verbas, representam importante indicador do valor adicionado pelo Banco aos funcionários. A tabela abaixo mostra a evolução dessas despesas em termos absolutos e em relação ao valor médio por funcionário. Frisa-se que os números abaixo, a partir deste trimestre, incluem os do BNC.

As despesas de pessoal alcançaram R$ 2.613 milhões no 2T09, incluindo os R$ 357,7 milhões do BNC. Ao desconsiderar esse montante, verificou-se crescimento de 7,1% nas despesas por funcionário em doze meses, justificado pelo reajuste salarial médio de 8,9% concedido a partir do segundo semestre de 2008, além do aumento na quantidade média de funcionários 5,8%. Por final, cabe informar que a incorporação do BNC contribuiu para o aumento do quadro em 14.264 funcionários.

Tabela 128. Despesa Média Trimestral por Funcionário (DRE Realocada)





Como forma de proporcionar melhores retornos financeiros aos colaboradores, e ao mesmo tempo reforçar o compromisso de todos na organização com a geração de resultados consistentes, o Banco do Brasil tem trabalhado para aprimorar constantemente o programa de Participação nos Lucros e Resultados – PLR. No 2T09 o valor médio aprovisionado para distribuição para cada funcionário apresentou aumento de 33,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse comportamento se justifica, basicamente, pelo melhor resultado deste trimestre que contou com impacto positivo de R$ 455 milhões em efeitos extraordinários (melhor detalhada no capítulo “Análise do Resultado).

Tabela 129. Despesas com Participação nos Lucros





Rotatividade do Quadro de Funcionários

O índice de rotatividade encerrou o 2T09 em 1,05, ante 0,84 no trimestre anterior. O comportamento deste indicador decorre do aumento dos desligamentos no período, influenciado principalmente pelos funcionários do Sistema BESC que aderiram ao PDI – Programa de Desligamento Incentivado. Este programa encontrava-se suspenso até que fosse efetivada a incorporação do Sistema BESC e foi reaberto no último trimestre.

Tabela 130. Rotatividade de Funcionários


 
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